O ser humano é a única espécie de animal vivendo na terra que mata sem necessidade, por simples prazer ou ódio. Nada pode ser mais egoísta ou indiferente.
Alguns pesquisadores consideram a possibilidade de que leões cheguem a matar hienas por simples ódio, mas eles mesmos admitem que o mais provável é que eles o façam para eliminar competidores pelo mesmo ambiente de caça e para proteger seus filhotes (os leões matam as hienas e não comem sua carne).
É certo que, infelizmente, algumas mortes são necessárias.
Nosso corpo mesmo, quando produz anti-corpos, está atacando seres vivos (vírus ou bactérias) que lhe ameaçam a integridade e a única saída é eliminá-los.
Quando tomamos um antigripal, um antibiótico ou mesmo um antiinflamatório, fazemos o mesmo, para proteger nossa saúde.
Insetos que transmitem doenças, ratos, baratas, enfim, existem seres que, infelizmente, devido ao desequilíbrio provocado por nós mesmos (eliminamos seus inimigos naturais) e à falta de controle sanitário em quase todas as cidades, se reproduziram de forma exagerada e hoje nos oferecem grande risco.
Em alguns casos, a única alternativa imediata viável é a eliminação pura e simples.
Outras alternativas passariam pela tentativa de reequilibrar os sistemas ecológicos ou de melhorar as instalações sanitárias, certamente inviáveis no presente ou demoradas, mesmo que possíveis.
Numa circunstância em que nos encontremos ameaçados por um animal predador ou um assassino descontrolado, pode ser que a única saída seja matar para não morrer.
Certamente ninguém será condenado, moral, ética ou legalmente, por isso.
Ou seja, é claro que existem mortes necessárias.
Mas então fica a pergunta: quando a morte é desnecessária, ela pode ser moralmente aceita? Para obtermos alimento, ela é necessária ou pode ser considerada razoável?
Mesmo policiais ou soldados treinados e preparados para matar se sentem aflitos quando a ocasião ocorre. Alguns chegam a precisar de acompanhamento psiquiátrico quando matam pela primeira vez.
Matar sempre foi ato que exige reprimir os nossos mais nobres e íntimos sentimentos de compaixão e respeito à vida.
Então, vejamos: hoje temos milhares de estudos feitos, depois de muitos anos de experimentos, que comprovam que o consumo de carne não é necessário para a vida saudável de um ser humano.
Centenas de milhões de pessoas, no Ocidente ( por que no Oriente são muitos mais, quase 2/3 da população oriental não consome carne, por motivos religiosos - são budistas, na sua maioria, e o budismo condena este ato ), vivem muito bem sem o consumo de carne animal de qualquer espécie.
Eu mesmo sou prova viva disso: tenho 45 anos e nunca consumi qualquer tipo de alimento que dependesse da morte de um animal para ser obtido. Tenho dois irmãos, um mais velho e outra mais nova, que vivem muito bem, do mesmo modo. Minha mãe idem. Tenho 3 filhos, um hoje com 12, outro com 4 e outro com um ano e meio que também nunca consumiram carne e são perfeitamente saudáveis (fazemos acompanhamento médico frequente, como quaisquer pais responsáveis), minha esposa não consome carne há quase 10 anos e permanece muito bem, até melhor hoje. Nós não dependemos da morte para viver.
Então, se matar os animais não é necessário, porque ainda o fazemos?
Por prazer?
Certamente este é um ponto digno de reflexão.
Se todas as pessoas, em algum momento de sua formação, fossem apresentadas aos métodos utilizados para obtenção da carne, se pudessem testemunhar o sofrimento e perceber a dimensão desta violência que se comete contra a natureza, é bem provável que a grande maioria delas desistisse de comer carne. Digo a maioria por que psicopatas a gente encontra em qualquer lugar.
Já foi dito que se todos precisassem matar os animais que consomem, a maioria seria vegetariana.
O que fazemos é desconectar a morte ocorrida para se conseguir aquela porção de comida que é servida na mesa. As pessoas são treinadas para não relacionar um ao outro.
Esse treinamento, inclusive, vem sendo cada vez mais sofisticado, por que a sensibilidade de um boa parte da Humanidade (aquela que já se incomoda com o que acontece de errado no Mundo) já se encontra desenvolvida o suficiente para não aceitar mais esta situação com a mesma facilidade de antes.
E então seria o caso de parar para pensar sobre situações que são até constrangedoras:
a) Algumas escolas, por exemplo, quando têm espaço para tal, promovem o cultivo de mini-hortas, outras fazem visitas à fazendas, para mostrar às crianças como são obtidos determinados alimentos, como o feijão, o alface, a cenoura. Então os professores explicam que o prato de feijão com arroz, tão comum no Brasil, começa à ser servido lá na fazenda, onde a sementinha é colocada na terra e em seguida cresce, se desenvolve e, quando madura é colhido o feijão, lavado, cozido, temperado e servido! Tudo muito saudável, bucólico, simpático e limpo.
Jamais, em momento algum, ocorreu à algum professor levar as pequenas crianças à um matadouro, para mostrar como são mortas as vacas com uma martelada na cabeça, penduradas por uma das pernas traseiras, como são abertas suas barrigas para retiradas dos órgãos internos, com o sangue jorrando fortemente, como seu couro é retirado, sua cabeça e patas cortadas fora, enfim, esta parte dos alimentos é melhor não comentar... vamos voltar para o alface!
b) Todos hoje falam da importância da vida selvagem, da natureza, dos ecossistemas integrados, todos defendem a preservação de espécies ameaçadas de extinção. Mas todos também se esquecem que não existem mais galinhas selvagens, porcos selvagens, várias espécies de peixes, vacas, búfalos, gnus ou perus selvagens, entre tantos outros!
Todos foram confinados, retirados de seus ambientes naturais, eliminados do ecossistema, alterados genéticamente, criados em verdadeiras linhas de produção industrial para serem melhor controlados e então mortos para consumo, resultando em carne com esta ou aquela peculiaridade.
Onde fica a preservação da Natureza?
Isto para não falar dos desmatamentos e queimadas necessários para a criação de pastos! Ou do desperdício de áreas que poderiam ser cultivadas, quando se sabe a agricultura chega a produzir cerca de 6 vezes mais nutrientes que a mesma área utilizada pela pecuária. Fome no mundo?
c) Todas as religiões do mundo condenam o ato de matar. Todos conhecemos o Mandamento que diz: não matarás. Diz apenas isso, não existe uma nota explicativa dizendo que se trata apenas de não matar humanos, mas que está tudo bem se matarmos animais por prazer. Em todas as línguas conhecidas, vivas ou mortas, nunca de usou a expressão "vamos matar um alface para comer?". Mas todas elas falam de matar o animal para consumí-lo.
d) Muitas pessoas se apegam a seus cães, gatos e cavalos. Quando estes se vão (quando morrem...), estas pessoas sofrem com a mesma intensidade que sofreriam com a perta de um membro da família. Estas pessoas fazem de tudo para proteger seus animais de estimação e ficariam horrorizados se alguém lhes ameaçasse de alguma forma. Provavelmente colocassem suas próprias vidas em risco para proteger a deles!
Mas, tudo bem, os outros animais podem ser mortos. Vacas não são como cavalos, não é mesmo? Além do mais, nós não conhecemos a vaquinha que foi morta para virar o hamburguer do MacDonald's. Bem, nem tanto assim: na argentina se consome carne de cavalo. Em outros países se consomem cães e gatos.
Bom, mas tudo é uma questão de cultura local, de educação e hábitos adquiridos, não é mesmo?
Por fim, é preciso também considerar que construir nossos corpos com elementos que estão contaminados pela violência e pela morte não pode ser lá muito bom.
Mas isso também precisa ser melhor analisado:
Até que ponto somos influenciados pelo que comemos?
Até que ponto influenciamos o mundo com o que comemos?
Falaremos mais sobre essas questões adiante.
Wednesday, December 6, 2006
Tuesday, December 5, 2006
Introdução
Muito se fala hoje sobre a violência no mundo e sobre como são complexas as soluções para os nossos problemas mais urgentes.
As pessoas, na sua grande maioria, se sentem impotentes para agir de forma a produzir resultados, de modo a fornecer ajuda efetiva, mas todos sentimos um impulso interno que nos faz querer cuidar melhor de nosso Planeta, que nos faz querer proteger a Natureza e nossos irmãos mais novos, os animais.
Todos nos sentimos penalizados pela matança de baleias ou de golfinhos, pelos maus tratos recebidos por cães abandonados por seus donos ou pelo extermínio de animais como do majestoso Tigre asiático ou do poderoso Gorila africano.
Certamente muitos de nós já contribui enormemente para isso: somos pessoas que prezam a paz, que se recusam à participar de qualquer ato de agressão, que sentem repulsa por aqueles que promovem a violência contra as crianças, contras as mulheres e contra os animais.
Muitos se incomodam, no seu íntimo, com a violência contra as minorias, com a violência gerada pelo preconceito, com o uso indiscriminado de armas, com a opção pela guerra, com o terrorismo.
Nunca o Mundo se mobilizou como hoje em defesa da paz, da ecologia ou para ajudar vítimas de catástrofes naturais,
Talvez seja por que a Raça Humana, ou pelo menos uma boa porção dela, já tenha atingido tal nível de amadurecimento que estas questões então passaram a ser relevantes, preocupam sua mente e espírito.
Pois então, quem sabe, esteja na hora de acontecer uma verdadeira Revolução Verde?
Uma revolução que propõe mudar nossas atitudes a partir de uma escolha simples, fácil de fazer e extremamente importante para o mundo: não vamos mais matar para comer.
Parece forte, não?
Mas, infelizmente, a grande maioria destas mesmas pessoas que defendem a paz, o desarmamento, o respeito à natureza e suas leis, estas mesmas pessoas contribuem, de forma indireta, para a morte de, só nos Estados Unidos, 10.000.000.000 ( isso mesmo, 10 bilhões ) de bois e vacas, por ano! Ou para a morte de outros 500.000.000 ( quinhentos milhões! ) de perus, também somente nos Estados Unidos, apenas para que sejam servidos como jantar no Dia Ação de Graças!
Incrível, não? Estamos falando de, em apenas um país, 10 bilhões de animais mortos todos os anos, sem necessidade, sem qualquer outra justificativa a não ser a da busca pelo prazer de consumir este ou aquele pedaço de seus corpos mortos.
Não há como fugir: estamos falando de um crime contra a natureza de proporções inimagináveis. Estamos falando da morte sistemática e sem qualquer consideração para com o fato de que estes animais têm o mesmo direito à vida que nossos cães ou cavalos.
Pois bem, aquelas pessoas que se sentem impotentes para agir de forma a produzir resultados têm hoje, mais do que nunca, condição de contribuir com a formação do que os espiritualistas chamam de “forma pensamento”: vamos provocar conversas, ensinar valores, educar mentes, cobrar atitudes, fiscalizar nosso entorno e divulgar a idéia de não podemos mais continuar matando por puro prazer.
Vamos encontrar quem discorde, vamos encontrar quem ridicularize ou menospreze. Certamente que sim. Mas, minha própria experiência me ensinou que, aos poucos, conseguimos muito.
Menos de 25 anos atrás, se reclamássemos daqueles que fumam seríamos rotulados de incovenientes. Hoje o fumante é visto como um cidadão que polui, incomoda, suja. Muitas empresas não contratam fumantes, a indústria do cigarro é atacada em todo o mundo, o cigarro não é mais tão charmoso.
Certamente, num futuro não muito distante, veremos o cigarro como elemento exótico, hábito mantido por alguns desajustados, que não se preocupam com a higiene pessoal ou com o respeito ao próximo. Até que ele será eliminado de nossas vidas, primeiro, é claro, entre aqueles mais evoluídos.
É importante registrar que a Humanidade e sua evolução funcionam como nossas escolas de hoje: temos os pequeninos que vão às creches exercitar o manuseio do lápis, da escova de dentes ou da tesoura sem ponta até aqueles que estão fazendo doutorado em matérias complexas e sofisticadas.
Deste mesmo modo, temos humanos menos ou mais evoluídos por que seus espíritos são mais ou menos experientes.
Observe que esta forma simples de encarar nossos semelhantes contribui, também, para eliminar um dos mais graves problemas que enfrentamos hoje: o preconceito. Um aluno de 1ªsérie não é considerado inferior à um aluno de 8ª, ele é mais novo, imaturo ou ainda não recebeu os ensinamentos próprios da 8ª série. Mas não é inferior.
Temos irmãos mais novos, imaturos ainda, convivendo conosco em nossa Grande Escola. Discriminar uma criança que, com apenas um ano de idade, não consegue ser auto-suficiente o bastante para cuidar da própria higiene deveria ser tão absurdo quando discriminar um adulto que não aprendeu ainda que é errado o uso da violência.
Devemos ensiná-lo, educá-lo, mas não discriminá-lo. Seus erros devem ser punidos na devida proporção, e por isso criamos nossas leis, nossas regras que permitem o convívio civilizado. Se ele não aceita o aprendizado, se não quer conviver em sociedade, deve ser então isolado desta. Quem sabe quantas vidas ele vai precisar para aprender? A escolha é dele, o que chamamos de livre arbítrio (para quem acredita na evolução através de vidas sucessivas...).
Da mesma forma, temos as cores de nossos uniformes: cada escola adota uma, cada série com a sua respectiva, cada cidade, cada país, cada continente. Por que um aluno de 6ª série cuja escola adota camisa azul seria inferior ao de outra que adota camisa verde? Ridículo, não? Mas é o que fazemos, discriminamos as pessoas em função da côr de seu uniforme em nossa Grande Escola (que seria a côr da pele...).
Falaremos mais sobre isso adiante.
Bom, isso é só o começo. Muito se pode conseguir com a força da palavra: veja as orações, as invocações mágicas, os mantras ou mesmo a propaganda. Por isso, sempre que puder divulgue o humanitarismo e a ética, critique e combata a violência, o egoísmo e a indiferença.
Esse pequeno esforço, individual que seja, vai certamente contribuir de forma positiva. E isso já é um excelente começo!
As pessoas, na sua grande maioria, se sentem impotentes para agir de forma a produzir resultados, de modo a fornecer ajuda efetiva, mas todos sentimos um impulso interno que nos faz querer cuidar melhor de nosso Planeta, que nos faz querer proteger a Natureza e nossos irmãos mais novos, os animais.
Todos nos sentimos penalizados pela matança de baleias ou de golfinhos, pelos maus tratos recebidos por cães abandonados por seus donos ou pelo extermínio de animais como do majestoso Tigre asiático ou do poderoso Gorila africano.
Certamente muitos de nós já contribui enormemente para isso: somos pessoas que prezam a paz, que se recusam à participar de qualquer ato de agressão, que sentem repulsa por aqueles que promovem a violência contra as crianças, contras as mulheres e contra os animais.
Muitos se incomodam, no seu íntimo, com a violência contra as minorias, com a violência gerada pelo preconceito, com o uso indiscriminado de armas, com a opção pela guerra, com o terrorismo.
Nunca o Mundo se mobilizou como hoje em defesa da paz, da ecologia ou para ajudar vítimas de catástrofes naturais,
Talvez seja por que a Raça Humana, ou pelo menos uma boa porção dela, já tenha atingido tal nível de amadurecimento que estas questões então passaram a ser relevantes, preocupam sua mente e espírito.
Pois então, quem sabe, esteja na hora de acontecer uma verdadeira Revolução Verde?
Uma revolução que propõe mudar nossas atitudes a partir de uma escolha simples, fácil de fazer e extremamente importante para o mundo: não vamos mais matar para comer.
Parece forte, não?
Mas, infelizmente, a grande maioria destas mesmas pessoas que defendem a paz, o desarmamento, o respeito à natureza e suas leis, estas mesmas pessoas contribuem, de forma indireta, para a morte de, só nos Estados Unidos, 10.000.000.000 ( isso mesmo, 10 bilhões ) de bois e vacas, por ano! Ou para a morte de outros 500.000.000 ( quinhentos milhões! ) de perus, também somente nos Estados Unidos, apenas para que sejam servidos como jantar no Dia Ação de Graças!
Incrível, não? Estamos falando de, em apenas um país, 10 bilhões de animais mortos todos os anos, sem necessidade, sem qualquer outra justificativa a não ser a da busca pelo prazer de consumir este ou aquele pedaço de seus corpos mortos.
Não há como fugir: estamos falando de um crime contra a natureza de proporções inimagináveis. Estamos falando da morte sistemática e sem qualquer consideração para com o fato de que estes animais têm o mesmo direito à vida que nossos cães ou cavalos.
Pois bem, aquelas pessoas que se sentem impotentes para agir de forma a produzir resultados têm hoje, mais do que nunca, condição de contribuir com a formação do que os espiritualistas chamam de “forma pensamento”: vamos provocar conversas, ensinar valores, educar mentes, cobrar atitudes, fiscalizar nosso entorno e divulgar a idéia de não podemos mais continuar matando por puro prazer.
Vamos encontrar quem discorde, vamos encontrar quem ridicularize ou menospreze. Certamente que sim. Mas, minha própria experiência me ensinou que, aos poucos, conseguimos muito.
Menos de 25 anos atrás, se reclamássemos daqueles que fumam seríamos rotulados de incovenientes. Hoje o fumante é visto como um cidadão que polui, incomoda, suja. Muitas empresas não contratam fumantes, a indústria do cigarro é atacada em todo o mundo, o cigarro não é mais tão charmoso.
Certamente, num futuro não muito distante, veremos o cigarro como elemento exótico, hábito mantido por alguns desajustados, que não se preocupam com a higiene pessoal ou com o respeito ao próximo. Até que ele será eliminado de nossas vidas, primeiro, é claro, entre aqueles mais evoluídos.
É importante registrar que a Humanidade e sua evolução funcionam como nossas escolas de hoje: temos os pequeninos que vão às creches exercitar o manuseio do lápis, da escova de dentes ou da tesoura sem ponta até aqueles que estão fazendo doutorado em matérias complexas e sofisticadas.
Deste mesmo modo, temos humanos menos ou mais evoluídos por que seus espíritos são mais ou menos experientes.
Observe que esta forma simples de encarar nossos semelhantes contribui, também, para eliminar um dos mais graves problemas que enfrentamos hoje: o preconceito. Um aluno de 1ªsérie não é considerado inferior à um aluno de 8ª, ele é mais novo, imaturo ou ainda não recebeu os ensinamentos próprios da 8ª série. Mas não é inferior.
Temos irmãos mais novos, imaturos ainda, convivendo conosco em nossa Grande Escola. Discriminar uma criança que, com apenas um ano de idade, não consegue ser auto-suficiente o bastante para cuidar da própria higiene deveria ser tão absurdo quando discriminar um adulto que não aprendeu ainda que é errado o uso da violência.
Devemos ensiná-lo, educá-lo, mas não discriminá-lo. Seus erros devem ser punidos na devida proporção, e por isso criamos nossas leis, nossas regras que permitem o convívio civilizado. Se ele não aceita o aprendizado, se não quer conviver em sociedade, deve ser então isolado desta. Quem sabe quantas vidas ele vai precisar para aprender? A escolha é dele, o que chamamos de livre arbítrio (para quem acredita na evolução através de vidas sucessivas...).
Da mesma forma, temos as cores de nossos uniformes: cada escola adota uma, cada série com a sua respectiva, cada cidade, cada país, cada continente. Por que um aluno de 6ª série cuja escola adota camisa azul seria inferior ao de outra que adota camisa verde? Ridículo, não? Mas é o que fazemos, discriminamos as pessoas em função da côr de seu uniforme em nossa Grande Escola (que seria a côr da pele...).
Falaremos mais sobre isso adiante.
Bom, isso é só o começo. Muito se pode conseguir com a força da palavra: veja as orações, as invocações mágicas, os mantras ou mesmo a propaganda. Por isso, sempre que puder divulgue o humanitarismo e a ética, critique e combata a violência, o egoísmo e a indiferença.
Esse pequeno esforço, individual que seja, vai certamente contribuir de forma positiva. E isso já é um excelente começo!
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